Operação policial desmonta esquema de golpe em leilÔes de carros na internet GLOBO E RECORD

AQUI VOCÊ ENCONTRA DIVERSAS REPORTAGENS SOBRE COMO FINCIONA O GOLPE DO LEILÃO FALSO E COMO RECUPERAR DINHEIRO DO GOLPE DO LEILÃO

REPORTAGENS FALSO LEILÃO 

 

 

Reportagem especial #Record News LeilĂ”es de VeĂ­culos RS – Participação Dr Marcelo Rodrigues

 

 

Golpe do Falso Leilão Encontro Rede Globo 

 

No programa encontro da Rede Globo tivemos reportagem sobre golpe do leilĂŁo.

 

A apresentadora PatrĂ­cia Poeta e o repĂłrter CauĂȘ Fabiano, no quadro Caça Golpes, explicam detalhes sobre o golpe do leilĂŁo.

CauĂȘ Fabiano: Golpes mais comuns: LeilĂŁo de carros, com valores mais baixos que o normal.

 

A vĂ­tima que arremata o produto e Ă© orientada a pagar o lote em contas de pessoa fĂ­sica ou jurĂ­dica.

 

O repórter conversou com Vicente Paulo, presidente de uma Associação de LeilÔes explicou que a consulta sobre o Leiloeiro é necessåria, bem como visitação do lote para garantir uma compra segura.

 

Vicente também orienta a Prestar atenção ao Edital para descobrir os dados de pagamento reais.

 

TambĂ©m aduz que Ă© importante Pesquisar sobre o lugar  –  endereço  – Ă© muito importante bem como fazer a visitação para saber sobre a seriedade da empresa e do Leiloeiro, que precisa estar presente no LeilĂŁo.

 

 

Reportagem Operação policial desmonta esquema de golpe em leilÔes de carros na internet RECORD.

 

Em reportagem sobre leilĂŁo falso da Record Ă© mostrado como funciona o golpe do leilĂŁo falso.

Veja Ă  seguir reportagem:

 


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REPORTAGEM METRÓPOLIS QUADRILHA LEILÃO FALSO

 

 

PolĂ­cia prende quadrilha que faturou R$ 470 mil com falso leilĂŁo no DF

Equipes cumprem 12 mandados de prisão, 10 de busca e apreensão, além de 50 ordens para bloqueio de contas bancårias e derrubada de 540 sites

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PCDF/Divulgação

Equipes da 9ÂȘ Delegacia de PolĂ­cia (Lago Norte), com apoio operacional da PolĂ­cia Civil de SĂŁo Paulo (PCSP), estĂŁo nas ruas das cidades paulistas de SĂŁo Paulo, Santo AndrĂ© e SĂŁo Bernardo do Campo, na manhĂŁ desta quinta-feira (25/4), realizando operação contra uma quadrilha que aplicava o golpe do falso leilĂŁo de carros.

Os policiais cumprem 12 mandados de prisão, 10 de busca e apreensão, além de 50 ordens judiciais para bloqueio de contas bancårias e derrubada de 540 domínios de sites falsos. Cerca de 61 pessoas envolvidas no esquema foram indiciadas.

 

 

 

O grupo criminoso operava havia ao menos cinco anos, segundo a polĂ­cia. No esquema, os criminosos selecionavam sites reais de famosas empresas do ramo de leilĂŁo de veĂ­culos, clonavam esses portais e criavam outros idĂȘnticos, por meio de troca da extensĂŁo do endereço eletrĂŽnico. Os verdadeiros terminavam em “com.br”, enquanto os clonados tinham nome e aparĂȘncia iguais, mas a terminação “.net”.

Depois de clonar os sites, os criminosos pagavam para empresas de marketing digital impulsionarem os endereços falsos em mecanismos de pesquisa como o Google. Assim, quando uma pessoa procurava pela empresa real, nos primeiros resultados da lista de pesquisa, aparecia o site clonado, nĂŁo o verdadeiro. Induzido a erro, o pĂșblico que acessava o portal falso conversava com os criminosos envolvidos no esquema.

Nos sites clonados, tambĂ©m havia telefones de contato, e as vĂ­timas interagiam com os golpistas pelo WhatsApp, levadas a crer que negociavam com uma empresa real atĂ© fazerem os depĂłsitos dos lances para os leilĂ”es. AtĂ© falsas notas de arrematação eram enviadas para os clientes, que sĂł percebiam o truque meses depois, quando o carro arrematado nunca era entregue. Nessa oportunidade, porĂ©m, nĂŁo conseguiam mais resposta, pois os criminosos haviam bloqueado o nĂșmero.

BrasĂŁo do TJDFT

 

O escritório do crime ficava em uma sala alugada em um prédio comercial de Santo André, alvo das buscas nesta quinta-feira (25/4). Os criminosos batiam ponto das 8h às 18h no local, período em que davam golpes em vítimas de todo o Brasil, como se fossem uma empresa legítima.

Os investigadores conseguiram mapear cerca de 540 sites maliciosos mantidos “em estoque” pela mesma quadrilha. Depois de ter o mesmo nome falso envolvido em muitos golpes, a respectiva empresa começava a ficar “queimada” em portais de reclamação. Então, esse endereço era retirado do ar e um novo, de uma firma ainda desconhecida, era inserido na internet.

Em muitos dos sites, até o brasão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) era usado indevidamente, para dar credibilidade e fazer parecer que a plataforma falsa tinha autorização para atuar na årea.

“SĂł na 9ÂȘ DP, foram registradas 10 ocorrĂȘncias com prejuĂ­zos somados em R$ 470 mil. Estima-se, todavia, que existam centenas de outras vĂ­timas espalhadas por todo o territĂłrio nacional. Nesta manhĂŁ [de quinta-feira], em cumprimento a ordem judicial, a PCDF [PolĂ­cia Civil do Distrito Federal] derrubou todos os 540 sites maliciosos, bem como os demais serviços de hospedagem que o grupo tinha contratado em data centers [centrais de processamentos de dados]”, detalhou o delegado Erick Sallum.

AlĂ©m dos mandados de prisĂŁo, busca e apreensĂŁo, os investigadores bloquearam diversas contas bancĂĄrias e apreenderam veĂ­culos, inclusive um jet-ski, “com a finalidade de reverter os valores em benefĂ­cio das vĂ­timas”, segundo Sallum.

Lavagem de dinheiro

 

A investigação tambĂ©m conseguiu mapear um laranjal de contas bancĂĄrias em mais de 10 instituiçÔes financeiras diferentes. Os criminosos usavam mĂșltiplas contas correntes para receber os valores das vĂ­timas e, depois, fragmentavam-nos em diversas transferĂȘncias subsequentes, o que dificultava o rastreio das quantias.

A maioria das contas tinham como titulares moradores de comunidades do Rio de Janeiro. Para a polícia, essa foi mais uma estratégia dos criminosos na tentativa de direcionar a investigação para o estado, quando, na verdade, as atividades da quadrilha tinham São Paulo como sede.

Todos os envolvidos, desde os “conteiros” – pessoas que alugam contas bancĂĄrias –, atĂ© os envolvidos de “nĂ­veis mais altos”, inclusive os mentores intelectuais do esquema, tiveram a relação com o golpe comprovada e foram indiciados pelos crimes de participação em organização criminosa, lavagem de dinheiro e fraudes eletrĂŽnicas. Somadas, as penas pelos delitos podem passar dos 30 anos de reclusĂŁo.

FONTE: https://www.metropoles.com/distrito-federal/na-mira/policia-prende-quadrilha-que-faturou-r-470-mil-com-falso-leilao-no-df

 

 

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REPORTAGEM CNN

PolĂ­cia prende quadrilha que aplicava golpe do falso leilĂŁo

Segundo as investigaçÔes, a organização criminosa teria movimentado mais de R$ 1 milhĂŁo em um Ășnico mĂȘs

Divulgação/Polícia Civil de MG

Daniela Mallmannda CNN

Em Belo Horizonte

A Polícia Civil de Minas Gerais deflagrou nesta terça-feira (30) uma operação para desmantelar uma organização criminosa especializada no crime cibernético conhecido como golpe do leilão. As polícias do Paranå e de São Paulo participaram da ação.

Dois mandados de prisĂŁo, contra um homem de 27 anos e uma mulher de 23, e outras trĂȘs ordens judiciais de busca e apreensĂŁo foram cumpridos nas cidades de Curitiba e SĂŁo JosĂ© dos Pinhais, ambas no ParanĂĄ.

De acordo com as investigaçÔes, o grupo investigado agia em diversas cidades, entre elas Frutal e UberlĂąndia, no interior de Minas, e em Curitiba e RolĂąndia, no ParanĂĄ. A organização criminosa teria movimentado mais de R$ 1 milhĂŁo em um Ășnico mĂȘs.

Além das prisÔes foram apreendidos também celulares, que serão analisados pela polícia.

Como funciona o golpe

O golpe do falso leilão consiste na criação de påginas na internet que simulam ser legítimas. No caso investigado, os suspeitos criaram um site de leilão com o endereço semelhante ao verdadeiro.

Assim, ao pesquisarem na internet, muitas vĂ­timas acessavam o site falso acreditando estarem acessando a pĂĄgina oficial.

Ao arrematar um suposto veĂ­culo, as vĂ­timas eram direcionadas para uma conversa em aplicativo de mensagens, sob o pretexto da finalização das tratativas. Nesse momento, os suspeitos solicitavam transferĂȘncias via Pix para contas de terceiros.

De acordo com o delegado JoĂŁo Carlos Garcia Pietro JĂșnior, muitos dos suspeitos que recebiam os valores resultantes do golpe estavam cientes do esquema criminoso. Uma das investigadas, segundo a polĂ­cia, confessou ter sido recrutada para receber os valores.

FONTE: https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/policia-prende-quadrilha-que-aplicava-golpe-do-falso-leilao/

 

 

 

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COMO FUNCIONA O GOLPE LEILÃO FALSO VÍTIMA RECUPERA TODO O DINHEIRO SEGUINDO ROTEIRO DE MEDIDAS EXCLUSIVO DR MARCELO – SAIBA MAIS

 

 

Responsabilidade do banco em caso de estelionato leilĂŁo ?

 

 

Sobre responsabilidade do Banco, saiba que dependendo do caso é perfeitamente possível buscar a responsabilidade do banco em caso de estelionato leilão através de uma ação de ressarcimento material golpe leilão falso contra o Banco.

 

 

 

 

Site falso responsabilidade banco ?

 

 

Nos casos de estelionato, quando a vítima faz o pagamento em site falso responsabilidade do banco pode ocorrer desde que demonstrado que houve falha na prestação de serviço dever de segurança por parte do Banco, caracterizando o chamado FORTUITO INTERNO.

 

 

 

 

 

 

Cai no golpe do leilão. E agora?

 

 

Saiba que quando a pessoa cai no golpe do LeilĂŁo pode ser possĂ­vel recuperar o dinheiro procurando um advogado especialista em estelionato de leilĂŁo falso, preferencialmente o mais rĂĄpido possĂ­vel para aumentar as chances de recuperar dinheiro golpe leilĂŁo. Em alguns casos Ă© possĂ­vel buscar a responsabilidade do banco no caso de golpe leilĂŁo falso.

 

 

 

 

Ação de restituição de valores estelionato TED. Como funciona?

 

 

Então, ocorrendo o pagamento para golpistas é possível pedir o ressarcimento via ação de restituição de valores estelionato Ted, devendo a vítima tomar medidas råpidas como comunicar os bancos envolvidos com a ajuda de um profissional do direito.

 

 

 

 

Instituição bancåria terå que indenizar cliente que foi vítima de golpe leilão ?

 

 

Conforme decisÔes dos Tribunais, em muitos casos, dependendo da situação a instituição bancåria terå de indenizar cliente que foi vítima de golpe desde que comprovado o fortuito interno, falha na prestação de serviço dever de segurança da instituição financeira, dentro das regras do Banco Central do Brasil e Leis Federais.

 

 

 

 

Dano moral veĂ­culo de leilĂŁo. Quando ocorre?

 

 

Em qualquer compra de veículo de leilão, ocorrendo propaganda enganosa ou falsa afirmação, caso comprovado o abalo moral, perturbação interior ao consumidor, é cabível ação de dano moral veículo de leilão, devendo passar por uma avaliação prévia por profissional do direito especialista em leilão de veículos.

 

O fato do vendedor não informar que o veículo teve passarem de leilão vai contra o DEVER DE INFORMAÇÃO previsto no CÓDIGO DE PROTEÇÃO E DEFESA DP CONSUMIDOR.

PLANTÃO DE  JUNHO – ONLINE AGORA !

 

Por Doutor Marcelo Miguel Advogado OAB SP 374.167 Especialista Golpe LeilĂŁo Falso

 

 

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Como funcionam as associaçÔes de proteção veicular?

Como funcionam as associaçÔes de proteção veicular?

Em reportagem interessante no site O Tempo, temos mais informaçÔes sobre como funciona Proteção Veicular

Reportagem

4 milhÔes de brasileiros contratam proteção veicular, serviço sem regras claras

Preço, cobertura e modelo de negócio são bem diferentes na proteção veicular e no seguro automotivo

Por Alexandre Nascimento Publicado em 1 de julho de 2023 | 06h00 – Atualizado em 16 de agosto de 2023 | 12h57
Vendedor Rodrigo Gomes Martins contratou serviço de proteção veicular, bateu o carro e reclama de estar há 4 meses sem o veículo — Foto: Rodrigo Gomes Martins / Divulgação

Apesar de ainda nĂŁo ter regras bem definidas no Brasil, o serviço de proteção veicular jĂĄ concentra cerca de 4,5 milhĂ”es de associados no paĂ­s, quase um quarto do mercado regular de seguros automotivos, que reĂșne 20 milhĂ”es de veĂ­culos (30% da frota total). A estimativa Ă© da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg). Muitos consumidores nĂŁo sabem, mas hĂĄ diferenças enormes entre o seguro e a proteção veicular que devem ser consideradas na hora de contratar o serviço.

Para começar, os seguros sĂŁo vendidos por seguradoras ou corretoras de seguros, empresas com fins lucrativos. Elas sĂŁo reguladas por um ĂłrgĂŁo fiscalizador ligado ao MinistĂ©rio da Fazenda, a SuperintendĂȘncia de Seguros Privados (Susep), e constituem reservas financeiras para pagar as indenizaçÔes de furtos ou sinistros dos veĂ­culos dos clientes.

Jå a proteção veicular é comercializada por cooperativas sem fins lucrativos. Neste modelo, o rateio das despesas é dividido entre os sócios pela contribuição mensal. Mas neste caso, como não hå uma legislação específica que determine o funcionamento das associaçÔes de proteção veicular, elas ficam amparadas apenas na lei que regulamenta todos os tipos de associaçÔes no país.

Outra diferença significativa Ă© no preço. Nas seguradoras, o prĂȘmio (valor do seguro) Ă© determinado apĂłs uma anĂĄlise do perfil do motorista, modelo do veĂ­culo e diversos outros fatores. O valor pode ser pago em uma cota Ășnica ou parcelado com valores fixos mensais.

Na proteção veicular, o preço cobrado tambĂ©m Ă© mensal, mas a composição das parcelas Ă© bem diferente. O valor corresponde Ă  taxa de administração do plano, alĂ©m do rateio dos valores pagos no mĂȘs anterior para o pagamento de sinistros. Ou seja, o usuĂĄrio paga uma taxa fixa mensal mais a quantia que precisar desembolsar naquele mĂȘs para o pagamento de um furto ou batida no carro de algum dos associados, pois o valor Ă© dividido por todos os participantes do plano de proteção veicular.

A cobertura tambĂ©m tem diferenças nos dois serviços. No caso dos seguros, as empresas indenizam os clientes em caso de roubo, furto, colisĂ”es, incĂȘndios e danos a terceiros. Mas cada seguradora pode tambĂ©m oferecer serviços adicionais, como a proteção de acessĂłrios dos carros, incluindo vidros, som automotivo e o kit gĂĄs, que podem ser danificados numa tentativa de roubo.

No caso da proteção veicular, a cobertura é a mesma oferecida pelo seguro, mas geralmente sem os serviços adicionais. Até por isso, esse serviço costuma ser mais barato do que o seguro.

Foi por causa do preço e da indicação de uma amiga que o vendedor Rodrigo Gomes Martins, de 39 anos, preferiu contratar um serviço de proteção veicular em vez de um seguro automotivo para o carro dele, um Fiat Argo. A dor de cabeça começou com um acidente numa viagem de Belo Horizonte para o Rio de Janeiro, em fevereiro deste ano.

“Eu viajava com minha esposa e perdi o controle do carro, batendo na mureta central e capotando o veĂ­culo na Serra de PetrĂłpolis. Graças a Deus nĂŁo tivemos nenhum arranhĂŁo e atĂ© decidimos seguir viagem com amigos que tambĂ©m estavam indo de carro para o Rio. O nosso veĂ­culo foi rebocado e sĂł para voltar para Belo Horizonte houve uma demora de 22 dias”, conta Rodrigo.

Mas este era apenas o começo do problema. O carro estĂĄ hĂĄ quase quatro meses numa oficina mecĂąnica que, segundo ele, pertence Ă  associação de proteção veicular contratada. “Meu carro nunca fica pronto e a empresa nĂŁo me passou todo o valor necessĂĄrio para eu contratar um carro reserva. E trabalho com venda de medicamentos em Belo Horizonte. Meu carro Ă© meu escritĂłrio”, afirma.

Atualmente, existem cerca de 600 associaçÔes diferentes de proteção veicular no Brasil. Para ter menos risco de problemas, uma alternativa Ă© a pessoa pesquisar se a associação escolhida por ela Ă© filiada à AgĂȘncia de Autorregulamentação de Entidades de AutogestĂŁo de Planos de Proteção Veicular contra Riscos Patrimoniais (AAAPV), que pode ajudar o associado em caso de algum problema como o do Rodrigo. A associação contratada por ele nĂŁo Ă© filiada Ă  AAAPV e o vendedor pensa em acionar a Justiça caso nĂŁo tenha uma solução rĂĄpida para o veĂ­culo dele.

“A proteção veicular nĂŁo Ă© fiscalizada pela Susep, ĂłrgĂŁo responsĂĄvel por supervisionar as seguradoras. Vale dizer que cada associação tem seu prĂłprio estatuto, sem fiscalização alguma. As associaçÔes tambĂ©m sĂŁo dispensadas de constituir reservas tĂ©cnicas, ao contrĂĄrio das seguradoras, o que compromete a sua capacidade de honrar os pagamentos. Proteção veicular nĂŁo Ă© um seguro e, portanto, nĂŁo Ă© uma operação segura”, afirma Marcelo SebastiĂŁo, presidente da comissĂŁo de seguro auto da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).

A Susep confirma que “proteção veicular nĂŁo Ă© um produto de seguro, nĂŁo sendo atividade regulada” e orienta que antes da contratação de qualquer serviço, o consumidor deve fazer uma pesquisa sobre a empresa no site da Susep para verificar se ela Ă© autorizada pela autarquia.

Dicas para escolher sua seguradora

 

  • Antes de contratar a empresa, faça uma cotação diretamente no site da seguradora
  • Serviços agregados, como guincho 24h ou serviço de chaveiro, podem ser uma forma de “desempate” entre as propostas
  • Ferramentas para monitoramento costumam reduzir o custo do seguro, jĂĄ que contribuem para encontrar o veĂ­culo em caso de roubo ou furto.
  • O local em que vocĂȘ estaciona seu veĂ­culo com mais frequĂȘncia pode fazer a diferença no valor do seguro, devido Ă  segurança que oferece ou nĂŁo.
  • Quanto maior for o valor da franquia, menor serĂĄ o valor do seguro. Isso ocorre porque a seguradora precisarĂĄ arcar com um valor menor em caso de sinistro.

Dicas para escolher sua proteção veicular

 

  • Busque informaçÔes com usuĂĄrios da associação que deseja contratar
  • Converse com os representantes, eles poderĂŁo sanar suas dĂșvidas com precisĂŁo
  • Procure na internet e veja notĂ­cias sobre as associaçÔes, a reputação delas diz muito sobre a forma como trabalham
  • Compare as propostas

FONTE: https://www.otempo.com.br/economia/4-milhoes-de-brasileiros-contratam-protecao-veicular-servico-sem-regras-claras-1.2953736

 

 

 

 

 

QUAIS OS RISCOS DE PROTEÇÃO VEICULAR

Em decisão do SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA foi reconhecido o direito do consumidor de processar associação de proteção veicular pedindo INDENIZAÇÃO.

 

Segue matéria do STJ:

 

Associação de proteção veicular pode ser responsabilizada em ação que busca pagamento de seguro

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), por unanimidade, decidiu que a associação de proteção veicular que atua na condição de estipulante de seguro automotivo coletivo tem legitimidade passiva e pode ser responsabilizada, solidariamente com a seguradora, em ação que busca o pagamento de indenização securitåria.

 

“É possĂ­vel, excepcionalmente, atribuir ao estipulante a responsabilidade pelo pagamento da indenização securitĂĄria, em solidariedade com o ente segurador, como nas hipĂłteses de mau cumprimento de suas obrigaçÔes contratuais ou de criação, nos segurados, de legĂ­tima expectativa de ser ele o responsĂĄvel por esse pagamento”, afirmou o ministro Ricardo Villas BĂŽas Cueva, relator.

 

No caso, uma mulher ajuizou ação contra uma associação de proteção veicular e uma seguradora, buscando obter indenização securitĂĄria advinda de contrato de seguro automotivo coletivo, bem como compensação por danos morais, tendo em vista a ocorrĂȘncia de acidente que ocasionou a perda total do veĂ­culo segurado.

 

Por entenderem que a apólice contratada jå estava em vigor quando o acidente ocorreu, as instùncias ordinårias condenaram as demandadas, solidariamente, ao pagamento da indenização securitåria, além do valor de R$ 6 mil a título de danos morais.

 

No recurso ao STJ, a associação alegou que agiu como mera intermediåria na formalização da apólice coletiva, de modo que não poderia figurar no polo passivo da ação proposta pela segurada. Sustentou também que o estipulante não pode ser condenado solidariamente, visto que a responsabilidade de pagar os prejuízos do sinistro é exclusiva da seguradora.

 

Entidade não cumpriu adequadamente suas obrigaçÔes

Segundo o relator, o STJ tem o entendimento de que o estipulante, em regra, nĂŁo Ă© o responsĂĄvel pelo pagamento da indenização securitĂĄria, pois atua apenas como interveniente, na condição de mandatĂĄrio do segurado, agilizando o procedimento de contratação do seguro (artigos 21, parĂĄgrafo 2Âș, do Decreto-Lei 73/1966 e 801, parĂĄgrafo 1Âș, do CĂłdigo Civil).

 

Contudo, o ministro destacou que, excepcionalmente, o estipulante pode ser responsabilizado pelo pagamento do seguro, em solidariedade com a seguradora. Segundo o relator, no caso analisado, ficou demonstrado que a entidade estipulante nĂŁo cumpriu adequadamente suas obrigaçÔes, pois era a responsĂĄvel por intermediar a contratação da apĂłlice entre seus associados, mas nĂŁo diligenciou acerca do correto momento em que entraria em vigĂȘncia o seguro da autora da ação.

 

Associação criou expectativa de que se responsabilizaria pelo pagamento dos prejuízos

AlĂ©m disso, o ministro ressaltou que a associação tambĂ©m criou na segurada a legĂ­tima expectativa de que se responsabilizaria pelos danos decorrentes do sinistro, jĂĄ que foi instituĂ­da justamente para promover proteção veicular, tendo – conforme seu prĂłprio regulamento – o Ășnico objetivo de conferir segurança aos associados, mediante o rateio, entre eles, de eventuais prejuĂ­zos ocorridos com os automĂłveis.

 

Villas BÎas Cueva afirmou que a responsabilidade de indenizar os associados no caso de danos sofridos pelos veículos estå evidenciada no regulamento da associação e até mesmo na proposta de filiação oferecida aos associados.

 

“A responsabilidade da entidade associativa de socorro mĂștuo em garantir sinistros de seus associados nĂŁo Ă© afastada por ela tambĂ©m atuar como estipulante em contrato de seguro em grupo, de modo que deve observar seu regulamento e o objetivo que fundamenta sua criação – no caso, a proteção veicular”, concluiu o ministro ao negar provimento ao recurso especial.

 

Leia o acĂłrdĂŁo no REsp 2.080.290.

 

FONTE: STJ – https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/2023/01092023-Associacao-de-protecao-veicular-pode-ser-responsabilizada-em-acao-que-busca-pagamento-de-seguro.aspx

 

 

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