O grupo criminoso operava havia ao menos cinco anos, segundo a polĂcia. No esquema, os criminosos selecionavam sites reais de famosas empresas do ramo de leilĂŁo de veĂculos, clonavam esses portais e criavam outros idĂȘnticos, por meio de troca da extensĂŁo do endereço eletrĂŽnico. Os verdadeiros terminavam em âcom.brâ, enquanto os clonados tinham nome e aparĂȘncia iguais, mas a terminação â.netâ.
Depois de clonar os sites, os criminosos pagavam para empresas de marketing digital impulsionarem os endereços falsos em mecanismos de pesquisa como o Google. Assim, quando uma pessoa procurava pela empresa real, nos primeiros resultados da lista de pesquisa, aparecia o site clonado, nĂŁo o verdadeiro. Induzido a erro, o pĂșblico que acessava o portal falso conversava com os criminosos envolvidos no esquema.
Os investigadores conseguiram mapear cerca de 540 sites maliciosos mantidos âem estoqueâ pela mesma quadrilha. Depois de ter o mesmo nome falso envolvido em muitos golpes, a respectiva empresa começava a ficar âqueimadaâ em portais de reclamação. EntĂŁo, esse endereço era retirado do ar e um novo, de uma firma ainda desconhecida, era inserido na internet.
âSĂł na 9ÂȘ DP, foram registradas 10 ocorrĂȘncias com prejuĂzos somados em R$ 470 mil. Estima-se, todavia, que existam centenas de outras vĂtimas espalhadas por todo o territĂłrio nacional. Nesta manhĂŁ [de quinta-feira], em cumprimento a ordem judicial, a PCDF [PolĂcia Civil do Distrito Federal] derrubou todos os 540 sites maliciosos, bem como os demais serviços de hospedagem que o grupo tinha contratado em data centers [centrais de processamentos de dados]â, detalhou o delegado Erick Sallum.
De acordo com as investigaçÔes, o grupo investigado agia em diversas cidades, entre elas Frutal e UberlĂąndia, no interior de Minas, e em Curitiba e RolĂąndia, no ParanĂĄ. A organização criminosa teria movimentado mais de R$ 1 milhĂŁo em um Ășnico mĂȘs.
O golpe do falso leilĂŁo consiste na criação de pĂĄginas na internet que simulam ser legĂtimas. No caso investigado, os suspeitos criaram um site de leilĂŁo com o endereço semelhante ao verdadeiro.
Assim, ao pesquisarem na internet, muitas vĂtimas acessavam o site falso acreditando estarem acessando a pĂĄgina oficial.
Ao arrematar um suposto veĂculo, as vĂtimas eram direcionadas para uma conversa em aplicativo de mensagens, sob o pretexto da finalização das tratativas. Nesse momento, os suspeitos solicitavam transferĂȘncias via Pix para contas de terceiros.
De acordo com o delegado JoĂŁo Carlos Garcia Pietro JĂșnior, muitos dos suspeitos que recebiam os valores resultantes do golpe estavam cientes do esquema criminoso. Uma das investigadas, segundo a polĂcia, confessou ter sido recrutada para receber os valores.
Nos casos de estelionato, quando a vĂtima faz o pagamento em site falso responsabilidade do banco pode ocorrer desde que demonstrado que houve falha na prestação de serviço dever de segurança por parte do Banco, caracterizando o chamado FORTUITO INTERNO.
Instituição bancĂĄria terĂĄ que indenizar cliente que foi vĂtima de golpe leilĂŁo ?
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Conforme decisĂ”es dos Tribunais, em muitos casos, dependendo da situação a instituição bancĂĄria terĂĄ de indenizar cliente que foi vĂtima de golpe desde que comprovado o fortuito interno, falha na prestação de serviço dever de segurança da instituição financeira, dentro das regras do Banco Central do Brasil e Leis Federais.
O fato do vendedor nĂŁo informar que o veĂculo teve passarem de leilĂŁo vai contra o DEVER DE INFORMAĂĂO previsto no CĂDIGO DE PROTEĂĂO E DEFESA DP CONSUMIDOR.
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Rio de Janeiro â Fundação Casa de Rui Barbosa â Responsabilidade Banco golpe leilĂŁo falso, como recuperar dinheiro de golpe do leilĂŁo.
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Mais casos do escritĂłrio
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CASO RECENTE
A juĂza da 10ÂȘ Vara CĂvel do FĂłrum Central da Comarca de SĂŁo Paulo Capital, Andrea de Abreu condenou o Banco SANTANDER a devolver R$ 18.375,00 a uma mulher que foi vĂtima do golpe do falso leilĂŁo.
A vĂtima foi representada pelos advogados Marcelo Rodrigues e Lucas Macedo.
A anĂĄlise dos documentos colhidos na ação de produção antecipada de provas revela evidente falha na prestação de serviços por parte da contestante, jĂĄ que a abertura da conta foi realizada mediante simples âselfieâ com documento ilegĂvel, sem qualquer documento adicional.
Desta forma, foi julgado procedente os pedidos de reparação de danos materiais, condenando o Banco SANTANDER a pagar R$ 18.375,00 incidindo-se correção monetåria desde o desembolso e juros de mora desde a citação, na forma do artigo 406, do CC
Quando a vĂtima faz o pagamento em site falso responsabilidade do banco golpe leilĂŁo pode ocorrer desde que demonstrado que houve falha na prestação de serviço, dever de segurança do banco, caracterizando o fortuito interno.
Tomando algumas medidas råpidas as chances de recuperação são maiores, especialmente se tiver a orientação de um advogado Especialista em Fraudes bancårias, tem como recuperar dinheiro do golpe do leilão sim.
Ação de restituição de valores estelionato TED
Instituição bancĂĄria terĂĄ que indenizar cliente que foi vĂtima de golpe ?
Em muitos casos, dependendo da situação a instituição bancĂĄria terĂĄ de indenizar cliente que foi vĂtima de golpe desde que comprovado o fortuito interno, falha na prestação de serviço, dever de segurança da instituição financeira.